Esse consumismo que se mistura ao clima natalino não faz mais a minha cabeça. Não tenho paciência para passar horas e horas andando entre um amontoado de gente para escolher roupas ou presentes. Eu prefiro a calmaria pós-festas.
É como caminhar enquanto todos dormem.
Escolho roupas por meio de identificação. Elas são um complemento da minha personalidade. Escolho presentes com o coração. E não sei fazer isso com pressa, com centenas de vozes reunidas num burburinho coletivo no shopping.
Meus presentes virão depois. Com carinho triplicado e laços em dobro para compensar.
Natal mesmo é compartilhar.
Senão houver presentes [ou se houver] , compartilhe amor. O resto pode esperar.

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