Cartas da Cidade Luz;

eu, teus olhos, um dia, um ano, dois anos. não mais.
Sabe, eu não quero mais doer por você. Ouvir nossas músicas, sentir nossa chuva, desmanchar telefones. A última lembrança foi uma mentira torta e insana, que tirou o brilho dos dias bons.
Não vou mais doer você. 
Me lavei de tudo ontem: banho que…

moça sem querer;

Minha estrada não é de mundo, é de sentir. Nas horas noturnas, abandono as experiências concretas e me decomponho.
Há mar descongelado no inverno, quando falo de "interior". Como e bebo as imensidões que o corpo físico não alcança.
Vagar propositalmente é um luxo que me permito com estre…

incorruptível;

Mas quem é capaz de corromper a memória? Memória não tem tamanho. Guardo dele todos os olhares e mares. As conversas aquecidas em fios telefônicos. Tantos e tantos metros de abraço. Os fatos que nunca o entregaram. Só meu por meses a fio. Memória não morre em guerra, atrita ou atenta para vento ou…

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