9.1.14

moça sem querer;



Minha estrada não é de mundo, é de sentir. Nas horas noturnas, abandono as experiências concretas e me decomponho.
Há mar descongelado no inverno, quando falo de "interior". Como e bebo as imensidões que o corpo físico não alcança.
Vagar propositalmente é um luxo que me permito com estrelas.
Sou frágil feito pétala não. Meu olhar é de quem luta. Medo de nada. Medo de tudo.

Minha estrada jamais será de terra ou de asfalto. Pés descalços. Saltos nas mãos.







*Imagem: Weheartit



Um comentário

  1. Quem não abandona experiências concretas nas horas noturnas, no silêncio da madrugada? Quem não se decompõe, seja em versos, em rimas, em frases soltas como cabelos desarranjados que têm seus encantos? Saudades de todos os textos. Simplesmente saudade.

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