16.4.14

Outonal;






Rio de Janeiro, serra, mar revolto, chuva fina. Eu preciso dos outonos do mundo, das paisagens do mundo. Morar em aviões, edredons, pares de braços.
Café em Paris.
Pausarei meu tempo.
A vida corrida, as roupas corridas, a respiração corrida. Quem consegue fluir?
Quando sou outonal, florifico silêncios.
Sinto-me digna em sentir.


* Imagem: Google 

Um comentário

  1. Os outonos multiplicam e perpetuam o nonsense de florificar silêncios, lá dentro, bem no fundo das almas outonais. Eu admiro tais almas. Admiro o notívago e o bêbado de sonhos. E conquanto o Rio seja a cidade maravilhosa do sol, quem disse que nela não cabem mares revoltos, chuva fina, calçadões abandonados e ondas agitadas, tudo isso observado pela janela?! Adriana disse que o inverno no Leblon é quase glacial. Eu digo que o outono é surreal. Só não cem por cento se houver pares de braços que se abraçam enquanto pares de olhos dançam com as ondas do mar. Beijossssss

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