8.5.16

Ela, a Flávia.






Não pedi permissão à Flávia para escrever esse texto.  E me encontro num difícil dilema sobre qual Flávia escrever. Sim, ela é múltipla: Médica, escritora , mãe e tantas outras escondidas, guardadas, resguardadas para dias de temporais. Não é exagero dizer que ela me inspira de alguma forma.  

Cheguei até ela pela escrita [Sabe de Uma Coisa?], li anonimamente muitos e muitos textos. Aí depois facebook, bate papos, whatsapp. Esse é o lado coração da tecnologia: ela também agrega pessoas [de verdade] às nossas vidas.

Aceitou prontamente o convite de prefaciar o meu segundo livro [O Lugar da Espera], e eu segui orgulhosa e privilegiada. Não é fácil encontrar tempo para poesia, troca de experiências na rotina corrida da medicina. Mas ela encontra. Ela dá um jeito. O vídeo para o lançamento foi gravado no consultório/pronto socorro/ hospital.

Não é, Flávia?

Depois disso, os espaços entre as conversas diminuíram, a admiração que era grande, aumentou. Engravidei e a Flávia me socorreu entre as dúvidas e insegurança de uma mãe de primeira viagem. Sabe aquelas perguntas impagáveis? Aquelas respostas impublicáveis? A Flávia sabe.

Por causa dela, eu coloquei Francisco Beltrão na minha lista de “Lugares que Quero Conhecer”.
Ela, que já era Bela, mãe do Samuel, dona da poesia, trouxe a Sara pra cá. Ela enfeita a família com flores e os plantões com jardins. É o que pude perceber.

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